Pobre do povo que nos últimos tempos tem sido governado por gente que são uns “zé ninguém” quando entram na política, se rodeiam da pior espécie de bandidos que ninguém sabe porque os processos se arrastam nos tribunais até prescreverem, enquanto os “pilha galinhas” enchem as prisões. É bem claro que depois do Bush, outros medíocres desfilam neste dito velho continente como Durão Barroso, Putin, Berlusconi, Sarkozy entre outros e também nós não podemos fugir à regra. Só é de lamentar termos oito séculos de História, dado novos mundos ao mundo, ter uma das mais antigas fronteiras do mundo e não conseguir, para nos representar, alguém a altura da nossa História.
Mais uma vez o Sr. Presidente “que nunca se engana” mas nos engana“ e raramente tem dúvidas”, veio a terreno destilar o seu rancor, com mais um desfilar de patetices, próprio de gente pequena, esquecendo-se que ainda é o Presidente da República e não um cidadão qualquer, daqueles que a sua família politica espezinha e se esforçam para contribuir para as suas faustosas reformas de locais, por onde passou fugazmente, o que não é de estranhar para quem tem o poder da ubiquidade entre universidades e sabe-se lá onde mais.
Por favor, tenha dó de si e não volte a interromper férias ou a escrever prefácios porque já não há paciência, demita-se ou quando não tiver nada para dizer, não fale para deixar de nos envergonhar e lembre-se de que vivemos num mundo global em que tudo se sabe ao segundo.
Se quer falar, fale-nos das ligações com os seus amigos, Dias Loureiro, Duarte Lima, José de Oliveira Costa e outros do seu partido, envolvidos na roubalheira do BPN, das suas 105.378 acções da SLN, dona do BPN e das 149.640 da sua filha, onde arrecadaram a módica quantia de 356.900 euros, da sua casa de férias na Coelha e do restante património e onde foi arranjar o dinheiro, já que “não herdou nenhuma Fortuna, não ganhou o euromilhões, não foi ao BES“ e a sua esposa tem uma reforma que não chega a 800 euros (palavras suas), quando os seus mais de 12.000 euros de pensões não lhe dão para as despesas. Fale-nos também de quando foi governo em que destruiu a Agricultura e Pescas e derreteu os dinheiros vindos dos fundos estruturais em cimento e asfalto, da sua megalomania faraónica em deixar para posteridade o mamarracho do SCB a concorrer, ou melhor, contrastar com o Mosteiro dos Jerónimos ou então, continue a desfrutar das mordomias do cargo que desempenha e não perca mais oportunidades de estar calado, para não nos incomodar porque para Américo Tomaz, um já bastou.

1 comentário:
não me merece respeito quem "nunca se engana" e menos ainda alguém que "raramente tem dúvidas".
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